{"id":32,"date":"2016-04-03T17:38:00","date_gmt":"2016-04-03T20:38:00","guid":{"rendered":"http:\/\/direitopenaledemocracia.ufpa.br\/2016\/04\/03\/a-mulher-e-o-abuso-no-carcere\/"},"modified":"2016-04-03T17:38:00","modified_gmt":"2016-04-03T20:38:00","slug":"a-mulher-e-o-abuso-no-carcere","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/direitopenaledemocracia.ufpa.br\/index.php\/a-mulher-e-o-abuso-no-carcere\/","title":{"rendered":"A mulher e o abuso no c\u00e1rcere"},"content":{"rendered":"<p>A pastoral carcer\u00e1ria nacional lan\u00e7ou o mini-document\u00e1rio &#8220;As mulheres e o c\u00e1rcere&#8221; que retrata a submiss\u00e3o das mulheres a um sistema carcer\u00e1rio que fomenta a tortura ao lado dos excessos relativos \u00e0 situa\u00e7\u00e3o do aprisionamento feminino. Sendo este de fundamental import\u00e2ncia para que sejam visualizados os problemas estruturais e incoer\u00eancias do sistema carcer\u00e1rio, principalmente no que tange a situa\u00e7\u00e3o do tratamento da mulher antes e durante a persecu\u00e7\u00e3o penal.<\/p>\n<div style=\"clear: both; text-align: center;\"><a href=\"https:\/\/2.bp.blogspot.com\/-W98q0Oa8dZo\/VwF9YVryHyI\/AAAAAAAAAZY\/LmSy0hQQIKA4I2bR2b9AEBRKMZCVJzEGw\/s1600\/Pris%25C3%25A3o-feminina.jpg\" style=\"margin-left: 1em; margin-right: 1em;\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" border=\"0\" height=\"265\" src=\"https:\/\/2.bp.blogspot.com\/-W98q0Oa8dZo\/VwF9YVryHyI\/AAAAAAAAAZY\/LmSy0hQQIKA4I2bR2b9AEBRKMZCVJzEGw\/s400\/Pris%25C3%25A3o-feminina.jpg\" width=\"400\" \/><\/a><\/div>\n<p>Relata a pol\u00edtica informal de maus tratos que ultrapassam os limites do direito penal e muitas vezes \u00e9 desconhecido nos tempos modernos. Pol\u00edtica essa que possui trajet\u00f3ria hist\u00f3rica, desde a coloca\u00e7\u00e3o e elabora\u00e7\u00e3o no papel dom\u00e9stico das mulheres at\u00e9 as pris\u00f5es, de modo que permanecem sendo v\u00edtimas de estere\u00f3tipos que determinam seu lugar e fun\u00e7\u00e3o que devem ser exercidas em sociedade e a maneira que devem ser tratadas.<br \/>Desse modo, o g\u00eanero torna-se fator crucial para que se forme toda uma ideia de constru\u00e7\u00e3o de culpa como &#8220;auxiliar&#8221; informal da execu\u00e7\u00e3o penal propriamente dita, uma execu\u00e7\u00e3o penal que est\u00e1 al\u00e9m dos livros de processo, que envolve o mart\u00edrio psicol\u00f3gico dentro do sistema carcer\u00e1rio, sendo regra medidas abusivas como: serem algemadas no momento do parto, terem retirados seus filhos no exato momento em que completam os seis meses m\u00ednimos de amamenta\u00e7\u00e3o, da imposi\u00e7\u00e3o da constante ideia de que, se n\u00e3o fosse o descumprimento de seu papel dom\u00e9stico, n\u00e3o teriam sido afastadas de sua fam\u00edlia. Al\u00e9m da falta de higiene para seus rec\u00e9m-nascidos como para si mesmas, juntamente comos danos psicol\u00f3gicos causados por todo o cen\u00e1rio a que s\u00e3o submetidas<\/p>\n<p>Confira o conte\u00fado clicando&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=cTSgBhSU-dI\" target=\"_blank\">aqui<\/a>&nbsp;!<\/p>\n<p><\/p>\n<div><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A pastoral carcer\u00e1ria nacional lan\u00e7ou o mini-document\u00e1rio &#8220;As mulheres e o c\u00e1rcere&#8221; que retrata a submiss\u00e3o das mulheres a um sistema carcer\u00e1rio que fomenta a tortura ao lado dos excessos relativos \u00e0 situa\u00e7\u00e3o do aprisionamento feminino. 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